Justiça de Goiás nega pedido de prisão aos 2 culpados das imagens do Corpo de Cristiano Araújo vazadas na Net. Veja!

- 2:45 PM

Não há definição para o gesto cruel e desumano da enfermeira (técnica) Márcia Valéria dos Santos Louzado no momento em que filmou o corpo aberto do cantor sertanejo Cristiano Araújo, na cliníca Oeste, em Goiânia.
Em depoimento ao delegado Eli José de Oliveira, Márcia foi fria e sequer esboçou reação de tristeza. Apenas deu a entender que cometera um gesto impensado.
Ela contou que filmou o corpo aberto do cantor com seu próprio celular. Na filmagem, a enfermeira faz selfie e, cinicamente, manda o morto acenar com um tchau. Depois, descaradamente, sorri e diz: “Não pode”.
Ora, se imagens ou brincadeiras criminosas desse tipo foram feitas com um corpo de um famoso, imagine os pobres mortais que por lá passaram?
O colega enfermeiro, Marco Antonio Ramos, que estava ao lado, não deu a menor importância, como se aquilo fizesse parte da rotina diabólica da dupla no tratamento com os cadáveres. E a sessão de vilipêndio (desrespeito a um cadáver) continuou.
Não satisfeita, enviou as imagens para o amigo Leandro Almeida Martins, seu colega da faculdade de enfermagem, que diz ter repassado apenas para duas tias suas. Parece aqui algo combinado. Como se fosse normal enviar imagens de corpos abertos antes de iniciar os serviços de arranjo do cadáver para o velório e posteriormente ao enterro.
O pior foi a sensação de impunidade que exalou o caso. Os três foram indiciados, mas respondendo em casa, livres para próximos episódios.
Os dois primeiro foram pegos em flagrante delito pelo crime de vilipêndio e tiveram pedidos de prisão recusados pela Justiça de Goiás, talvez, pelo fato de tratar-se de uma cadáver. Sendo assim, para a Justiça goiana, virou morto não tem mais importância nenhuma. Pouco importa se a morte foi trágica e uma vida foi interrompida de forma precoce.




EmoticonEmoticon

 

Comece a digitar e pressione Enter para pesquisar